
Quando estoura um caso de racismo ou assédio, sua instituição fala para proteger a vítima ou só a reputação?
Um kit pronto para RH, Compliance, Jurídico e Comunicação responderem crises públicas sem revitimizar quem já foi ferida – e sem aumentar o risco jurídico.


Fluxograma interativo + scripts prontos + checklists operacionais
E Agora?
Você está no trabalho quando chega a notícia:
um caso de racismo ou assédio acabou de explodir dentro da instituição.
A vítima está abalada.
Os grupos de WhatsApp estão pegando fogo.
Alguém manda o print no Twitter com a frase que ninguém quer ouvir:
“Cadê o posicionamento dessa empresa?”
RH olha para o Jurídico.
Jurídico olha para a Comunicação.
A liderança diz: “Solta uma nota aí, rápido, qualquer coisa”.
É nesse momento que começam os erros:
– texto frio, jurídico demais, que não fala com ninguém
– nota que protege mais a imagem da instituição do que a vítima
– frases como “se alguém se sentiu ofendido…”
– promessa vazia de “apurar os fatos” sem acolher ninguém de verdade
Resultado: a crise aumenta, a vítima é revitimizada e a instituição se queima exatamente com o público que diz defender.
Esse kit nasceu para evitar esse roteiro.




O que é o Kit “Fala pública em crise (sem revitimizar)”?
É um kit prático, direto ao ponto, que te dá:
– um passo a passo visual para o que fazer na crise
– scripts prontos para o que dizer em cada momento
– checklists para garantir que ninguém fale sem estar minimamente preparado
Tudo pensado especificamente para crises que envolvem:
– racismo
– assédio moral e sexual
– LGBTfobia
– outras violências estruturais que não cabem mais embaixo do tapete
Você não precisa mais improvisar em cima de um Word em branco às 23h.
Você abre o kit, segue o fluxo, escolhe o script e adapta para o seu contexto.
Para quem este kit foi feito
Este kit é para você que atua em:
– Recursos Humanos / Gente & Gestão
– Compliance / Integridade
– Jurídico interno ou escritório que assessora organizações
– Comunicação institucional / assessoria de imprensa
– Lideranças que colocam a cara nas crises
– Comitês de diversidade, equidade, inclusão e direitos humanos
Especialmente se você:
– sabe que sua instituição está atrasada em protocolos de resposta
– tem medo de revitimizar a pessoa afetada com uma fala ruim
– sente que a pressão por um posicionamento rápido te empurra para o improviso
– quer alinhar prática institucional com discurso antirracista, feminista, de direitos humanos


Fluxograma interativo de resposta à crise
O mapa que coloca todo mundo na mesma página antes de qualquer fala pública.


O fluxograma interativo organiza a resposta da instituição em quatro grandes etapas:
– Acolhimento da vítima
– Apuração jurídica e disciplinar
– Comunicação e fala pública
– Pós-crise e lições aprendidas
Na prática, você usa assim:
– abre o PDF interativo na reunião de crise
– começa pela coluna Acolhimento, seguindo as caixinhas na ordem
– clica em cada etapa para abrir uma página com explicações detalhadas
– só avança para Comunicação quando o checklist de Acolhimento e Apuração estiver minimamente cumprido
Sem achismo.
Sem “cada um falando uma coisa”.
Sem pular direto para a nota pública enquanto a vítima nem foi devidamente protegida.
Kit de cards de scripts: o que dizer em cada momento
Você já sabe o que fazer. Agora precisa saber o que falar.


Além do fluxograma, você recebe um conjunto de cards com scripts prontos, em PDF e em PNG, para:
– acolher a vítima no primeiro contato (fala de RH/Compliance)
– comunicar o acusado sobre a abertura da apuração formal
– convidar testemunhas a depor com segurança, sem medo de retaliação
– enviar o primeiro comunicado interno à equipe
– publicar uma nota preliminar enquanto a apuração está em curso
– publicar uma nota após a conclusão, com reconhecimento, responsabilidade e medidas concretas
– gravar um vídeo com o porta-voz (roteiro base para 1–2 minutos)
– responder perguntas difíceis (Q&A de crise) em entrevistas e reuniões
Você pode:
– imprimir os cards e deixar na sala do comitê de crise
– usar os textos como base para e-mails e comunicados
– usar o roteiro de vídeo para preparar a fala de quem vai se posicionar em público em nome da instituição
Checklists operacionais: freios de emergência antes de falar


O kit inclui quatro checklists, um para cada etapa:
– Checklist de Acolhimento da vítima
– Checklist de Apuração jurídica/disciplinar
– Checklist de Comunicação e fala pública
– Checklist de Pós-crise e lições aprendidas
Eles servem para:
– garantir que a instituição não vá à imprensa sem ter feito o mínimo por quem sofreu a violência
– evitar contradições entre o que é dito e o que foi de fato apurado
– transformar cada crise em aprendizagem institucional, e não só em gerenciamento de imagem
Em cada crise, alguém da equipe abre o checklist, marca o que já foi feito e identifica o que ainda falta.
Se os itens básicos não estiverem preenchidos, não é hora de nota bonita. É hora de corrigir o fluxo.instituição
Quanto custa para sua instituição errar na fala de uma crise?
Uma crise mal conduzida pode custar:
– adoecimento e pedidos de demissão de pessoas-chave
– perda de confiança de pessoas negras, mulheres, pessoas LGBTQIA+ e de toda a equipe
– ações judiciais e acordos caros
– desgaste de imagem que não se apaga com um post no Instagram
Uma hora de consultoria especializada em crise e direitos humanos costuma custar muito mais do que um kit como esse. Por isso, o valor oficial do Kit “Fala pública em crise (sem revitimizar)” será de R$ 147,00.
Mas, neste lançamento:
– preço de entrada: R$ 47,00
– pagamento único
– acesso imediato a todos os materiais
– com todos os bônus incluídos
É um valor pensado para reduzir ao máximo a resistência:
– cabe no orçamento de RH, de um comitê de diversidade, de uma pequena instituição
– e pode ser usado por toda a equipe, quantas vezes for necessário
Condição especial de lançamento:
– R$ 47,00 com todos os bônus
– valor sujeito a reajuste à medida que novos conteúdos forem incluídos e o kit for atualizado
Quem criou este kit e por que você deve confiar nele
Sou Sara Eugênia, advogada há mais de 12 anos, doutoranda em Direitos Humanos, pesquisadora das intersecções entre racismo, gênero, trabalho e cuidado.
Atuo:
– como professora de Direito, ensinando Direitos Humanos, Constitucional
– pesquisando como o racismo e o sexismo atravessam as instituições, inclusive no ambiente de trabalho
– como palestrante e consultora em temas de direitos humanos, gênero, raça e compliance inclusivo
Ao longo da minha trajetória acadêmica e profissional, acompanhei:
– casos de racismo e assédio em empresas, universidades e órgãos públicos
– notas públicas que pioraram a crise em vez de ajudar
– vítimas que precisaram enfrentar não apenas a violência inicial, mas também a violência da resposta institucional
Este kit é a síntese prática de tudo isso:
– sólida base em direitos humanos, gênero e raça
– linguagem acessível para equipes de RH, jurídico e comunicação
– foco em reduzir danos, proteger a vítima e alinhar discurso e prática


